Parece que hoje o mundo chorou!
Os nervos choraram.
E no balsamo verde que rouga em preces
O mar em ouro e verdejante
No teu sorriso ardente, que também chorou. Ânsia de caminhar!
De brincar, de caminhar.
Parece que hoje
A chuva acordou a gente
E gente não cresce sem chuva!
Esta lagrima derramada
Decorada, no Intestino verde.
A alma lavada no tanque da memória
Bate alegre e sonora... a lembrança.
Prece que ora, na roupa que sente!
na porta aberta das horas: Aurora...
Manhãs, de dias simples, aurora novamente. Tarde da noite que chora!
É o dia que chora!
é o dia que na tua alma chorou.
(Jones da Silva Gomes, Abaetetuba, PA)
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